terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Primus inter pares

Segundo foi apurado pelo Tribunal Constitucional, todas as candidaturas das últimas presidenciais cometeram infracções em sede de financiamento.
No entanto, o Ministério Público decidiu não avançar com qualquer procedimento, perdoando, assim, as infracções.
Porque razão o Procurador-Geral da República não foi devidamente confrontado com isso? Ou o que não interessa aos partidos políticos também não interessa à comunicação social?
E a classe política ainda se queixa que há cabalas... Nota-se!
j.marioteixeira@gmail.com

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